O mundo digital conectado e o acelerado ritmo de evolução tecnológica estão a transformar totalmente o mercado de consumo. A tecnologia já não é algo que apenas interessa a um nicho de utilizadores aficionados pelos gadgets, faz parte do dia-a-dia de todas as pessoas e é cada vez mais indispensável. A fusão entre a tecnologia e o lifestyle veio reforçar ainda mais esta dependência. Os produtos têm uma forte componente de design, são flexíveis, ajustam-se ao estilo e às necessidades de cada utilizador, e estão sempre presentes nos diversos momentos do dia: em casa, no escritório, no ginásio, nos momentos de diversão com os amigos, entre outros exemplos. Tudo isto faz com que a procura por estes equipamentos seja cada vez maior, o que leva as marcas a colocarem novidades no mercado muito mais depressa, comparativamente com o que acontecia há alguns anos.

Mas o grande desafio para o mercado do grande consumo não se esgota na disponibilização de produtos apetecíveis e inovadores, a verdadeira luta está em agradar a um público cada vez mais informado e mais exigente. O novo consumidor quer ver, tocar, experimentar, avaliar e garantir que o equipamento que vai comprar cumpre todos os requisitos e consegue verdadeiramente responder às suas necessidades.

Para atraírem esta nova geração de consumidores, as marcas apostam cada vez mais na oferta de uma experiência de utilização positiva que envolva os utilizadores e demonstre o verdadeiro potencial dos equipamentos. Esta estratégia é feita maioritariamente nos espaços comerciais através de expositores e de espaços de demonstração e experimentação que colocam os produtos nas mãos dos utilizadores.

Para estes espaços comerciais, esta mudança obriga a um reforço de toda a estrutura de segurança. Pelo facto de estarem disponíveis e acessíveis a todos os consumidores, estes equipamentos têm que estar bem protegidos. No entanto, este nível de segurança extra tem que ter em conta não só a proteção, mas também a experiência de utilização. Os dispositivos de segurança têm que cumprir o seu papel sem limitarem o manuseamento dos produtos, o acesso às principais funcionalidades ou a apreciação das características técnicas e dos argumentos de venda desses equipamentos. Ou seja, têm que garantir a total segurança dos produtos sem comprometerem toda a experiência de utilização.

Para as empresas fornecedoras destas soluções de segurança, como é o caso da Gateway, o desafio passa por oferecer soluções que consigam garantir a máxima segurança dos produtos e que sejam, ao mesmo tempo, quase “invisíveis” para os utilizadores. É ainda importante garantir que são soluções flexíveis e fáceis de gerir por parte dos espaços comerciais.

O mercado de consumo está a mudar. Mas é importante percebermos que estamos apenas no início. A IoT, os wearables, a realidade virtual e aumentada e o mundo conectado vão obrigar as empresas que integram a cadeia de valor deste mercado a moderniza-se, a inovar e a ajustar-se às necessidades de um consumidor cada vez mais exigente.

Por
Cátia Rodrigues, responsável de Marketing da Gateway

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